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quinta-feira, 12 de junho de 2008

DOMINGO TEM SELEÇÃO...DEUS U LYVE

Brasil enfrenta o Paraguai, domingo, às 16h (horário de Brasília), em Assunção. Após a vergonha no jogo contra a Venezuela o time deve sofrer algumas mudanças. Pelos treinamentos realizados durante a semana, a tendência é Gilberto Silva atuar ao lado de Mineiro, Josué e Diego no meio-campo, com Robinho e Luís Fabiano no ataque.

Nos treinos de quarta e quinta, Anderson surgiu como opção para o meio-campo. Porém, no coletivo de quinta, o time titular, com o ex-gremista, perdeu por 1 a 0. Na segunda parte do treino, Dunga colocou Gilberto Silva, e os titulares viraram o placar para 2 a 1.

Meu professor de RedaçãoV Fábio Cunha, diz que os jornalistas que trabalham com esporte devem tomar cuidado para não deixar seu lado torcedor entrar em campo, mas eu acho que deveríamos dar opção aos jogadores que ainda não estão milionários, os que moram no Brasil, que defendem os clubes daqui. Falta raça para nossa seleção, vontade.

Sorte de quem pode assistir o Pelé, Zico e Rivellino jogarem, isso sim devia ser bonito de ver. Por isso que os caras arrastavam multidões era uma pintura de Pablo Picasso, misturada com as pinceladas e loucuras de Modigliani.

A DISTÂNCIA E O AMOR PELO TIME

Para complementar nossa série de reportagens conversamos com uma família ilustre de corinthianos, os irmãos Paulo Rogério Azzati F. Funchal, 34 anos e Luis Fernando Azzati F. Funchal, 36 anos. Conhecidos na faculdade Estácio de Sá em São José, por serem fanáticos pelo Corinthians, fazem um verdadeiro balcão de discussões na cantina da faculdade. Proprietários de uma das lanchonetes da instituição, os dois gostão tanto de futebol que sempre estão fazendo apostas e bolões.

Quando fui conversar com eles sobre fanatismo, no dia anterior o Corinthians havia perdido a Copa do Brasil para Sport Recife. Na meia hora que permaneci na lanchonete aproximadamente umas 15 pessoas foram lá para além de comer, tirar um (sarrinho) afinal o timão perdeu feio a oportunidade de levantar a taça.

Foto: Fábio Lima

Moram e Florianópolis a 8 anos os dois nunca perderam um jogo do Corinthians na capital, sempre que o timão vem enfrentar o Figueira os dois marcam presença. " Fica o pai e mãe aqui e vamos lá cantar e gritar", diz Paulo Rogério. Eles sentem uma dificuldade enorme para ver ou ouvir os jogos. “Eu não tenho TV a cabo, e as rádios são bem regionais muito difícil eu escutar um jogo, eles não transmitem só passam jogo do figueira”, afirma Luis Fernando.

Os irmãos estão esperançosos, uma recente parceria entre a rádio Guarujá de Floripa e a rádio Eldorado deve melhorar o problema do regionalismo e ter mais transmissões nacionais.

terça-feira, 10 de junho de 2008

A DISTÂNCIA E O AMOR PELO TIME

Foto Fabio Lima
A distância entre a cidade e o seu clube favorito, é pauta no Esporte na Rede. Renato Souza estudante de direito, 26 anos é paulistano. Renato mora em Florianópolis há seis anos e de lá pra cá as coisas ficaram mais difíceis para acompanhar seu verdão. Palmeirense roxo acompanha sempre seu clube pela tv e quando tem jogo no Orlando Scarpelli, desde que mora aqui ainda não perdeu uma partida.

“Quando tem jogo falto na faculdade, mas não deixo de ver o meu time, tem um pessoal do estreito que torce pelo Palmeiras, a raça sempre se reúne para ver os jogos e eu to dentro”, diz Renato.

O estudante já foi três vezes a Curitiba assistir o jogo do verdão: “Agora não vou mais, pois estou quase me formando e o tempo está escasso, mas recentemente fui assistir a final do Paulistão, em São Paulo e valeu a pena, 5X0 na Ponte”.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

CUCA É AGUARDO PARA REUNIÃO

Eu citei cinco, mas o escolhido estava no quarto lugar e tem 100% de chance de ser o primeiro, já que Paulo Autuori está com dificuldades para negociar sua vinda para o Brasil.

Felicidades para uns, tristeza para outros. Após a eliminação do Botafogo ontem na Copa do Brasil diante do corinthians, o técnico Cuca pediu demissão. Era tudo que os dirigentes santistas queriam, afinal cotado para assumir a vaga deixada por Leão o único empecilho era jogo de ontem. A reunião entre a diretoria e o jogador deve acontecer amanhã de manhã e Cuca deve assumir o elenco na segunda-feira.

Cuca já foi jogador do Santos é um excelente técnico, mas tem fama de azarado.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

JORNALISTA É JORNALISTA

O fotógrafo Ryan McGeeney deu uma lição de jornalismo. Durante a cobertura de um evento de atletismo na Universidade de Utah, nos Estados Unidos, ele foi atingido por um dardo, no decorrer de uma das provas.

Mesmo com a lança atravessada entre suas pernas ele fez a foto. Olha a declaração que o cara deu: "Tirei a foto porque se não tirasse, meu editor teria perguntado por que não tirei", diz Ryan.



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IMPRENSA ESPORTIVA VIRA DEBATE NA ESTÁCIO DE SÁ

Visões diferentes sobre o jornalismo esportivo foi a pauta da noite passada na faculdade Estácio de Sá, em São Jose. Os alunos tiveram a oportunidade de ter três versões diferenciadas sobre a imprensa esportiva no estado. A instituição recebeu a presença do jornalista e colunista do DC Marcos Castiel, o assessor de imprensa do time do Avai Gastão Dubois e o goleiro que é destaque no time do Figueirense Wilson de Moura Jr.

Castiel comentou que o amadorismo e a falta de profissionalização é o que acaba banalizando a profissão. A questão da ética foi pauta do debate, segundo Castiel ”não existe ética na profissão e sim um caráter pessoal que vem de cada um, já vi muitos jornalistas dar notas e afirmar novas contratações que nunca aconteceram, eu só falo ou dou o furo se a fonte é muito quente e não tem erro de errar ou dar uma informação incorreta”, afirma Castiel.

Gastão fez fortes críticas aos torcedores que segundo ele utilizam o microfone como meio de trabalho, ele comentou também sobre os avanços que a imprensa catarinense teve após a chegada da RBS ao estado. “A imprensa catarinense tem dois momentos, um pós RBS, muito melhor sem dúvida e um anterior a RBS, um jornalismo precário”, diz Gastão.

O arqueiro Wilson, que era segundo goleiro do Flamengo foi fortemente criticado pelos jornalistas quando chegou ao clube da capital. Hoje com o seu trabalho reconhecido no alvinegro afirma que a melhor resposta quantos as criticas vindo da imprensa é dentro de campo que se dá.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

VAI COMEÇAR O ESPETÁCULO

Dia 10 de maio começa o Brasileirão, os ânimos à flor da pele, contratações e especulações rondam o planeta da bola ouriçando os torcedores de 20 clubes do seleto grupo da elite do futebol nacional. Mais de 100 milhões de torcedores, 38 rodadas e leva a taça para casa o time que vencer mais jogos. Há quem tenha saudades dos tempos não tão antigos assim em que se disputavam finais. Para isso existe aquela Copa do Brasil.

Nós, brasileiros, fanáticos pela arte da bola, nos deixamos envolver tanto que transformamos um entretenimento banal em um espetáculo milionário. E o pior que não ganhamos nada com isso. Afinal só perdemos: uns perdem a mulher, cansada de ser posta para escanteio em dia de jogo, outros, os dentes, envolvidos em brigas, principalmente se fizer parte das quadri..., quer dizer, das torcidas organizadas.

Mas tirar um sarro do colega de trabalho na segunda-feira após um clássico não tem preço. Eu seria hipócrita em dizer que não sou fanático, pois sou sim. Afinal quem não ficou feliz em ver o Flamengo tomando um chocolate dentro do Maracanã? Ou ver o coringão rebaixado para a série B?