Mostrando postagens com marcador Especial. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Especial. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de junho de 2008

A DISTÂNCIA E O AMOR PELO TIME

Nesta série de reportagem o que podemos notar que o amor pelo time ultrapassa fronteiras. Mesmo distantes de suas cidades de origens, não se perde a vontade de buscar o calor de uma partida vista dentro de campo. O esporte que faz o ser humano chorar e rir muda o cotidiano e faz a alegria de nós brasileiros povo sofrido e batalhador, deixar de lado as dificuldades e os anseios do dia a dia. Somos um total de 170 milhões de habitantes aficionados pela arte da bola, o esporte que não distingue raça, sexo, classe social ou idade, transformando tudo e todos e uma coisa só. O AMOR PELO ESPORTE

quinta-feira, 12 de junho de 2008

A DISTÂNCIA E O AMOR PELO TIME

Para complementar nossa série de reportagens conversamos com uma família ilustre de corinthianos, os irmãos Paulo Rogério Azzati F. Funchal, 34 anos e Luis Fernando Azzati F. Funchal, 36 anos. Conhecidos na faculdade Estácio de Sá em São José, por serem fanáticos pelo Corinthians, fazem um verdadeiro balcão de discussões na cantina da faculdade. Proprietários de uma das lanchonetes da instituição, os dois gostão tanto de futebol que sempre estão fazendo apostas e bolões.

Quando fui conversar com eles sobre fanatismo, no dia anterior o Corinthians havia perdido a Copa do Brasil para Sport Recife. Na meia hora que permaneci na lanchonete aproximadamente umas 15 pessoas foram lá para além de comer, tirar um (sarrinho) afinal o timão perdeu feio a oportunidade de levantar a taça.

Foto: Fábio Lima

Moram e Florianópolis a 8 anos os dois nunca perderam um jogo do Corinthians na capital, sempre que o timão vem enfrentar o Figueira os dois marcam presença. " Fica o pai e mãe aqui e vamos lá cantar e gritar", diz Paulo Rogério. Eles sentem uma dificuldade enorme para ver ou ouvir os jogos. “Eu não tenho TV a cabo, e as rádios são bem regionais muito difícil eu escutar um jogo, eles não transmitem só passam jogo do figueira”, afirma Luis Fernando.

Os irmãos estão esperançosos, uma recente parceria entre a rádio Guarujá de Floripa e a rádio Eldorado deve melhorar o problema do regionalismo e ter mais transmissões nacionais.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

A DISTÂNCIA E AMOR PELO TIME

A loucura e o amor pelo time do coração não extrapolam mais os limites, eu fui conversar com o Santista Bráulio de Sousa, de 29 anos, mora na ilha há 4 anos, torcedor do Santos ele conversou com a reportagem do Esporte na Rede.

ER – Como que você faz para acompanhar seu time?

BS – Ultimamente eu acompanho somente pela tv, e no site santistaroxo.com.br. Comprei o pacote do Premier e nem me estresso mais, só pegar a programação comprar a cervejinha e assistir o jogo em casa.

ER – Você já foi a algum jogo do Santos aqui no estádio Orlando Scarpelli?

BS – Eu ia até o ano passado, mas não vou mais, acompanhei uma briga e não sei como o ser humano pode chegar a ponto de uma barbárie tão grande por causa de futebol. Sou fanático, mas não sou loco, quando morava em Santos/SP, ia muito a Vila Belmiro assistir aos jogos, já fui no Morumbi, Pacaembu, Parque Antártica, já fui até em Ribeirão Preto. Mas hoje não sou mais calmo, achei que aqui poderia acompanhar meu time sossegado mas já vi que ta difícil.

ER – Mas o que aconteceu no jogo?

BS – O jogo foi numa quarta-feira a noite, pra variar o Santos perdeu do Figueirense, aqui somos fregueses deles. Quando eu saia do estádio vi uma correria enorme, fiquei assustado acompanhei uma briga e não sei como o ser humano pode chegar a este ponto, bateram tanto no rapaz que ele chegou a desmaiar. Mas não quero ficar criticando se não me agrado não vou mais.

ER – O que você mais sente falta?

BS – Sem dúvida você ir no jogo do clube que você torce, ver a casa cheia, a torcida gritando, bandeiras, os cantos da torcida poxa é muito bom e olha faz muita falta mesmo. Quando morava em Santos e ia na Vila Belmiro eu realmente me sentia em casa.

Segundo Bráulio os jogos de final de semana sempre acompanham uma carninha com cerveja pra ficar mais interessante.

terça-feira, 10 de junho de 2008

A DISTÂNCIA E O AMOR PELO TIME

Foto Fabio Lima
A distância entre a cidade e o seu clube favorito, é pauta no Esporte na Rede. Renato Souza estudante de direito, 26 anos é paulistano. Renato mora em Florianópolis há seis anos e de lá pra cá as coisas ficaram mais difíceis para acompanhar seu verdão. Palmeirense roxo acompanha sempre seu clube pela tv e quando tem jogo no Orlando Scarpelli, desde que mora aqui ainda não perdeu uma partida.

“Quando tem jogo falto na faculdade, mas não deixo de ver o meu time, tem um pessoal do estreito que torce pelo Palmeiras, a raça sempre se reúne para ver os jogos e eu to dentro”, diz Renato.

O estudante já foi três vezes a Curitiba assistir o jogo do verdão: “Agora não vou mais, pois estou quase me formando e o tempo está escasso, mas recentemente fui assistir a final do Paulistão, em São Paulo e valeu a pena, 5X0 na Ponte”.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

A DISTÂNCIA E O AMOR PELO TIME

O futebol como desporto é considerado por muitos a grande paixão popular e caracterizado pela crítica desportiva como o maior fenômeno social dos últimos anos. Essa afirmação é fácil de ser observada ao se analisar o amor que os torcedores têm pelo seu clube. Principalmente por aqueles que moram longe de sua cidade natal e tem que torcer e saber sobre seu time só através dos meios de comunicação (rádio, televisão, jornal e internet).

Foto galeria: Sergio_LSV's Photostream
Licença Creative Commons


O estádio de futebol é casa do torcedor. O ambiente certo para quem quer estar mais próximo do seu time. Nenhum outro lugar é permitido extravasar os impulsos, como em um estádio de futebol. O clima é de disputa, a rivalidade é a razão do jogo. Motivados por estes ‘princípios’, os torcedores se deixam levar pela paixão. Palavrões, insultos, ameaças, xingamentos; ira, raiva e ódio. O torcedor extravasa todas as sensações dentro de si, ali é o momento que reproduz fielmente o espetáculo do time e do torcedor.

O Esporte na Rede entra com uma série de reportagens e entrevistas para saber um pouco mais dos torcedores que a distância exercem essa paixão, o amor pelo time.